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 07/08/2005 a 13/08/2005

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Pensamentos, palavras e impressões
 


Resolvi escrever alguma coisa... Alguma coisa, nenhuma coisa, sei lá... Não sei se vou falar de mim... Aliás, nem sei se esse post tem algum plano para ser algo, ou se é somente fruto da empolgação de ter lido uma matéria sobre blogs na Revista da Folha do último domingo... Uma reportagenzinha curta sobre blogs, mas estimulante para quem tem um blog em CD, tirado do ar há pouco tempo.

Mas... Sei lá... Deu vontade de escrever...

Acho que também deu vontade porque voltei de férias... Férias que não foram tão férias assim, mas quebraram um pouco dessa rotina para a qual eu volto hoje... Vamos ver no que dá!

O momento é bom, tenho estado mais conformado com a minha vida, cansado de brigar contra o que está muito errado, tentando corrigir minhas pequenas idiossincrasias, ser uma pessoa melhor... Aliás, acho que estou revendo meu conceito próprio... Antes eu me achava uma pessoa boa, legal... Hoje, já não tô mais me sentindo assim, não... Afinal de contas, são tantos defeitos para corrigir... Caraca!

Sim... Eu sei do ditado popular (de boas intenções o inferno tá cheio), mas acho que essa é a principal característica de uma pessoa boa que eu tenho, sabem?! Tudo o que eu faço é com boa intenção... Faz tempo que eu não tenho uma atitude de vingança ou de mágoa de uma pessoa... Acho que isso é bom... Tenho tentado agir melhor e essa minha tentativa é a tal da boa intenção. Não admito prejudicar deliberadamente alguém, por mais mal que essa pessoa tenha me feito. Talvez, analisando-me mais detida e sinceramente, eu possa encontrar algumas atitudes, nos últimos tempos, que possam ser classificadas como um não-colaborar, mas isto, na minha modesta opinião, é muito diferente de um prejudicar.

Assim, ó: se a pessoa me fode, me prejudica ou coisa assim, eu simplesmente deixo de colaborar com ela ou com as coisas que possam lhe fazer bem diretamente, que dependam ou que se realizariam mais facilmente com a minha colaboração, mas não chego a mover uma palha em favor do objetivo da pessoa, a menos que esta tenha, além de ter me fodido ou prejudicado em algum aspecto, algum atenuante, como ser uma pessoa que eu tenha que conviver por algum motivo ou convenção.

Isso é ser filho da puta? Ou é ser humano? Quais são os limites? Comente...



Escrito por Eu, eu mesmo® às 14h45
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